Áudio 41- Chalo Correia cantando “angolanamente” em Lisboa

Desta vez o nosso convidado é Chalo Correia, músico angolano a viver em Lisboa há cerca de 25 anos. Chalo fala-nos da sua musicalidade angolana, que define como sendo música tradicional urbana.  Sempre quis ser música mas o seu trabalho de composição e de performance em palco  ganhou expressão em Portugal e, especialmente, no seu quartel-general, Lisboa. O primeiro álbum de Chalo Correia está a ser editado pelos Celeste/Mariposa e o lançamento está previsto para breve! Fiquem atentos!

Áudio 40 – “Xindiru”, girando com a música de André Cabaço

O nosso convidado de hoje é André Cabaço, músico moçambicano, nascido em Maputo. André Cabaço veio para Portugal nos anos 80 e lança uma campanha de crowdfunding para financiar o seu álbum a solo “Xindiru” – um “albúm de fusão entre Moçambique e a Europa”.André Cabaço já participou em vários projectos musicais como “Saudades” ao lado de Vitorino, Janita Salomé e Filipa Pais, “Sons da fala” com músicos dos PALOP, Brasil e Portugal como Filipe Mukenga, Juca, Guto Pires, Tito Paris, Sérgio Godinho, Vitorino e Janita Salomé. Mais recentemente, participou no álbum de Tora Tora Big Band, nos “Sons da Lusofonia”, por exemplo.

Vamos apoiar os músicos africanos em Portugal a documentar o seu trabalho!

Participa na campanha de Crowdfunding para o “Xindiru”, álbum de estreia de André Cabaço. É só clicar no link abaixo e seguir as instruções.

http://ppl.com.pt/pt/prj/andre-cabaco

Áudio 39 – “Arte Mental” com Danilson Pires

No programa de hoje temos a estreia de Cemiclay Vera Santos na apresentação do autor de livro “Arte Mental”, hoje em português, amanhã em língua crioula. Danilson Pires, nascido em Cabo Verde, vive em Portugal há 7 anos, considera-se alguém de fácil adaptação a uma nova cultura. O jovem autor cabo-verdiano dá-nos a conhecer a sua forma de fazer poesia. Poemas que nem sempre rimam, poemas que não cantam, mas onde as letras dançam umas com as outras, transmitindo a alegria que existe entrelinhas

Aprestamos também a música “Eco Matinal” de Bilan

Áudio 38 – Kalaf, O Angolano que comprou Lisboa…

Começamos o ano com uma conversa com Kalaf Epalanga que fala, entre outros assuntos, sobre o seu último livro O angolano que comprou Lisboa (por metade do preço).

“Eu não quero, de todo, construir uma cultura unilateral. Pelo contrário, quero fazer parte de uma cultura plural, onde o ser negro tem várias nuances, várias formas estar, várias formas de abordar…”, afirma Kalaf.

Áudio 37 – Programa de Natal com o “Olhar das Crianças”

“No Olhar das crianças” é um projeto do Espaço Gota d’Arte, uma associação cultural com sede na cidade da Paria, em Cabo Verde. Um dos vários objetivos do projeto é proporcionar às crianças uma experiência de aprendizagem cultural, artística e de autoconhecimento. “No olhar das crianças” apresenta um conjunto de pequenas histórias que se desenvolvem a partir de perguntas feitas a crianças. Essas histórias serão narradas pelas próprias crianças num formato multidisciplinar que incluí a música, a dança e o teatro. No programa do primeiro Natal da AfroLis apresentamos o livro por ser um livro de família e ter sido feito com muito amor.  Feliz Natal!!

Contactos

Autor do livro e compositor das músicas: N’du Carlos

ndu.carlos@gmail.com

Coordenadora do projeto: Elizabete Fernandes

elizabetedanca@hotmail.com

Em breve, o livro estará à venda em Lisboa, num espaço a anunciar.

Áudio 36 – Sara Tavares fala de Lisboa e dos seus africanismos

A minha convidada de hoje tinha apenas 16 anos quando ganhou uma competição num programa de televisão. Filha de pais cabo-verdianos nasceu em Portugal e cresceu entre duas culturas. Começou a sua carreira como cantora e compositora de música Gospel, Funk e Soul e gradualmente foi integrando cada vez mais elementos da música africana. Sara Tavares fala, entre outros temas, de Lisboa e dos seus africanismos.

(foto: Miguel Cardoso)

Sonia

Áudio 35 – Sónia Vaz Borges apela à produção literária dos afrodescendentes

Sónia Vaz Borges é a autora do livro “Na Pó Di Spera” com lançamento marcado para esta quinta-feira [11.12.14] na  Fundação Calouste Gulbenkian. A académica e autora de obras publicadas defende que a produção literária por parte dos afrodescendentes é essencial para garantir as referências à sua presença histórica em Portugal.

Ouçam o programa para saberem o significado de “Na Pó Di Spera” que conta a história do bairro de Santa Filomena através da experiência de uma descendente de cabo-verdianos, que se distancia da sua posição de técnica e se deixa adotar pelo bairro.

Sónia Vaz Borges é licenciada pelo ISCTE-IUL  em História Moderna e Contemporânea, variante política e relações internacionais. O seu mestrado foi em história de África pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Atualmente faz um doutoramento em Berlim, na Universidade de Humboldt em História da Educação, centrando-se no tema: luta de libertação enquanto prática educativa no PAIGC entre 1956-1974.