Áudio 138 – Aqu’Alva Stória – Festival, contado por Adriano Reis

A Associação de Dinamização Ambiental, Social e Cultural de Portugal (RJ ANIMA) promove o Aqu’Alva Stória – Festival, que arranca oficialmente no dia 10 de janeiro, mas decorre de 1 a 8 de abril de 2017. Anualmente o festival dedica-se à descoberta da narração oral de um dos países de comunidades em que se fala o português. Nesta segunda edição do festival o país convidado é Timor. Adriano Reis, contador de histórias, ator e dinamizador cultural cabo-verdiano, conta-nos mais sobre esta iniciativa da qual é  impulsionador, através da RJ ANIMA.

 

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Áudio 127 – Sobre “Relatos de uma rapariga nada pudica…”

Lolo Arziki dizia-se uma “rapariga nada pudica” e, nesta entrevista, vamos saber como chegou a esta conclusão…

Formada em vídeo e cinema documental pelo Instituto Politécnico de Tomar, Lolo Arziki é, atualmente, estudante de mestrado em Estética e Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Hoje (20/10/16), a vídeo performance Relatos de uma rapariga nada pudica vai ser um dos pontos de partida para as Conversas Feministas deste mês no espaço Com Calma, onde também estará presente a plataforma Queering style apresentada pela Alexandra Santos que também ja foi nossa convidada.

 

Informações sobre Conversas Feministas AQUI

 

Áudio 120 – Sobre o “Afro Lisboa”, filme realizado por Ariel de Bigault

Ariel de Bigault e francesa e foi precursora da divulgação das ‘culturas chamadas lusófonas’, E uma agente cultural, investigadora e documentarista. Dois dos seus filmes chamaram-nos a atenção, o Afro Lisboa e o Margem Atlântica. Na entrevista de hoje falamos sobre estes trabalhos, que mostram que a luta por um espaço na cena cultural portuguesa, por parte de afrodescendentes, já vem de há muito.

Áudio 112 – Armindo Tavares e histórias verídicas de CV

ARMINDO MARTINS TAVARES é um escritor natural de Cabo Verde, da ilha de Santiago, que se naturalizou português há mais de 20 anos e vive na área de Grande Lisboa. Trabalha e faz as suas investigações sobre o processo da formação do povo de Cabo Verde e escreve desde peças de teatro, poesia a histórias infantis. Aqui Armindo Martins Tavares fala-nos de o seu novo livro “Café com água da Tóbia”.

 

Para  comprar o livro podem contactar diretamente com o autor:

Tel. 965248325

Email: amtavares3@hotmail.com

PéKáPéLá – Dormindo no mar

CIMG1196Dormindo no mar
entre corpos desconhecidos
que quando se movem formam ondas humanas

E surgem os toques inesperados,
as respirações, mais ou menos ofegantes,
as vozes, mais ou menos graves,
que penetram os nossos ouvidos,
quase adormecidos pelo balançar do barco,
que se deixa embalar pelo mar.

Deitados no chão,
tentamos atrair o sono com um livro
lido à luz dos intervalos das manchas de sombras
de passantes distraídos em conversas animadas.
As tentativas de atrair o sono
revelam-se vãs…

E acabamos por entrar também em conversas.

Mais ou menos animados,
falamos da falta de sono,
das condições que nem são más,
ou dos cheiros que podiam ser piores.
E quando se esgotam as banalidades
acabam-se as conversas.

Resignados, lá voltamos a tentar dormir.
Os breves momentos de sono profundo
fazem esquecer o desconforto do chão.
Assim se dorme no mar,
dormindo entre ondas de corpos desconhecidos.
(Agosto 18, 2011 – a caminho da ilha de S. Vicente, Cabo Verde)

Por Carla Fernandes

Especial Rotas & Rituais 2015

programa Rotas e rituaisO Rotas & Rituais 2015 convida-nos a refletir sobre o significado das independências dos nossos países, subjugados ao domínio português: Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé  e Princípe. Passaram-se 40 anos mas estas independências ainda não são plenas e as lutas para as alcançar ganham novas formas. É este percurso que vai ser discutido em conferências, observado em filmes, questionado e festejado com música.

A AfroLis vai acompanhar e documentar o Rotas & Rituais 2015 a decorrer no Cinema S. Jorge de 22 a 29 de maio. A organização é da EGEAC, empresa municipal da cidade de Lisboa responsável pela Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.

Dia 29

Os Tubarões apresentados por Mário Bettencourt (ver artigo)

Dia 28

Ghorwane no Rotas & Rituais, apresentado por Roberto Chitsondzo (ver artigo)

Dia 27

Nástio Mosquito No Rotas & Rituais (ver artigo)

“Brothers e sisters, vamos nos pôr a caminho! E no caminho, tenho a certeza que vamos descobrir soluções, parceiros, companheiros, colegas, amigos, colaboradores e sócios que nos vão ajudar a construir esse sonho, e a materializar as coisas que circulam na nossa cabeça à noite e nós não contamos a ninguém.”

 

Dia 24

Entrevista com Realizadora Ike Bertels sobre o filme “Guerrilla Grannies”

“É a história de três mulheres da guerrilha que vi num filme quando eu própria era muito jovem. Tinha visto, por acaso, um filme sobre uma guerra de guerrilha em Moçambique e a maior parte desses filmes de guerra eram sobre homens que libertaram o país e neste filme havia três mulheres sentadas no mato com as suas espingardas (…)” Ler mais

 

Conferencia “Como fazer futuro hoje”

General D foi convidado a trazer novas vozes de afrodescendentes para falar sobre novos desafios daquelas comunidades.

 

Dia 23

No dia da inauguração da exposição “Filhos do Vento” (22-29 de maio 2015) com fotos de Manuel Roberto, a AfroLis quis saber a opinião dos visitantes. As imagens são da sua autoria e fazem parte de duas reportagens inéditas divulgadas pelo jornal Público, da autoria de Catarina Gomes e imagens-vídeo de Ricardo Rezende.

O que dizem os visitantes do Rotas & Rituais sobre a exposição “Os Filhos do Vento”?

 

Dia 22 de Maio

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Clicar para ouvir – Entrevista: Manuel Roberto é de origem moçambicana e é fotojornalista do jornal Público. No Rotas & Rituais, apresenta a exposição “Filhos do Vento” (22-29 de maio 2015). As imagens são da sua autoria e fazem parte de duas reportagens inéditas divulgadas pelo jornal Público, da autoria de Catarina Gomes e imagens-vídeo de Ricardo Rezende.

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Logo Rotas RituaisClicar para ouvir –  Áudio 58 – Rotas e Rituais: 40 anos de independências africanas cá e lá 

Entrevista com Paula Nunes, programadora do Festival Rotas e Rituais onde as questões que se levantam trazem uma reflexão sobre o que representa o colonialismo hoje e problematizam a construção de um futuro comum a partir desse passado. “Labanta braço, grita bô liberdadi” (Levanta o braço, grita a tua liberdade) é o mote do Ritos e Rituais 2015.