Áudio 158 – Isabél Zuaa sobre ser atriz negra

“O maior talento é permanecer nesse meio que é tão hostil para corpos que são diferentes (…) Nós somos diferentes e temos que assumir essa diferença sem constrangimentos.” (Isabél Zuaa)

Isabél Zuaa nasceu de uma mãe angolana e de um pai da Guiné-Bissau em Lisboa.  Foi aqui que iniciou a carreira de atriz e bailarina e foi para o Brasil para alargar os seus horizontes e aprofundar a sua formação. Integrou-se no grupo de Gustavo Ciriaco e, no cinema, como coprotagonista do filme Joaquim. Aqui em Portugal faz parte do elenco da peça de teatro Moçambique , de Jorge Andrade, que ganhou o prémio de “Melhor Espectáculo”, da Sociedade Portuguesa de Autores e foi nomeada para os Globos de Ouro.

 

 

Áudio 115 – Kimi Djabaté, Músico Griot

“Nós não podemos ter vergonha de quem somos! Eu não tenho vergonha de ser griot”

Músico guineense, vocalista, balafonista, guitarrista e considerado embaixador da cultura mandinga e guineense em Portugal, Kimi Djabaté, é o nosso convidado de hoje.
No próximo sábado, 2 de julho, estará no palco do Grupo Desportivo da Pena, em Lisboa, para fechar a tour da Musa.

 

 

Áudio 109 – Lançamento do livro A Leste de Tudo: Flaviano Mindela Dos Santos

Flaviano Mindela Dos Santos, pintor, fotógrafo e escritor, lança o seu livro A Leste de Tudo no Bar/Restaurante Tabernáculo.  Flaviano fala-nos do seu percurso como escritor, de histórias da sua infância. e de famílias perseguidas durante o colonialismo.  Na mesa de apresentação: A editora representada por Paula OZ, o autor Flaviano Mindela Dos Santos, o apresentador Abílio Bragança Neto e Hernâni Miguel.

A LESTE DE TUDO – Crónicas de uma Infância: uma história verídica, bastante marcante, emocionante e expressiva.

 

Áudio 86 – Kora apresentado pelo Mestre Galissá

Foto: Afonso Bastos

O nosso convidado de hoje toca um instrumento encantador, o Kora – “o instrumento que abrange tudo”. Braima Galissá, ou simplesmente  Mestre Galissá é guineense e está em Portugal desde 1998. Mas no seu país, Guiné-Bissau, foi compositor do Ballet Nacional e professor de Kora na Escola Nacional de Música José Carlos Schwarz durante 11 anos. Já participou em atividades culturais em vários países e Portugal não é uma exceção. Vamos conhecer melhor Braima Galissá.

Áudio 71 – Lisbon Djumbai Cafe com Lucette Mendes e Sophie Baessa

No programa de hoje vamos falar sobre um Djumbai, um convívio, para o qual estamos todos convidados.  O convite é o resultado do empenho de duas jovens empreendedoras guineenses, que querem enriquecer a cultura de troca de experiências na área de negócios ligados à Guiné-Bissau através do Lisbon Djumbai CAFE. Um convívio a realizar-se na sexta-feira, 21 de agosto, no restaurante/bar Isa In Chiado. Mas, por enquanto, vamos conhecer as duas organizadoras do evento, Lucette Mendes, designer, e Sophie Baessa, responsável pelo evento Miss Guiné-Bissau em Portugal.

‘LISBON DJUMBAI CAFÉ EVENT’

Local: Restaurante/Bar ISA IN CHIADO
14 RUA DA MISERICORDIA
1200 LISBOA (no ESPAÇO CHIADO)

Hora: 19h00 – 00h00

Podem confirmar a presença através dos contactos:

Tel. 967789945 (Lucette Mendes)
Email: lucettedjesus@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/djumbaicafe?fref=ts

Áudio 61 – Questionando identidades “Afro” com Joacine Katar

“Eu acho importante refletirmos sobre a necessidade de usarmos este “afro” antes de usarmos a palavra lisboeta. Não podem os descendentes de africanos serem apenas lisboetas?”, questiona Joacine Katar, a nossa convidada.

Joacnie Katar, mulher, africana de origem guineense, feminista a viver em Lisboa desde a sua infância, é investigadora associada no Centro de Estudos Internacionais do ISCTE, licenciada em história Moderna e Contemporânea pelo ISCTE e mestre em Estudos Africanos. No seu doutoramento trabalha questões de género e o seu impacto no desenvolvimento político da Guiné-Bissau.

Especial Rotas & Rituais 2015

programa Rotas e rituaisO Rotas & Rituais 2015 convida-nos a refletir sobre o significado das independências dos nossos países, subjugados ao domínio português: Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé  e Princípe. Passaram-se 40 anos mas estas independências ainda não são plenas e as lutas para as alcançar ganham novas formas. É este percurso que vai ser discutido em conferências, observado em filmes, questionado e festejado com música.

A AfroLis vai acompanhar e documentar o Rotas & Rituais 2015 a decorrer no Cinema S. Jorge de 22 a 29 de maio. A organização é da EGEAC, empresa municipal da cidade de Lisboa responsável pela Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.

Dia 29

Os Tubarões apresentados por Mário Bettencourt (ver artigo)

Dia 28

Ghorwane no Rotas & Rituais, apresentado por Roberto Chitsondzo (ver artigo)

Dia 27

Nástio Mosquito No Rotas & Rituais (ver artigo)

“Brothers e sisters, vamos nos pôr a caminho! E no caminho, tenho a certeza que vamos descobrir soluções, parceiros, companheiros, colegas, amigos, colaboradores e sócios que nos vão ajudar a construir esse sonho, e a materializar as coisas que circulam na nossa cabeça à noite e nós não contamos a ninguém.”

 

Dia 24

Entrevista com Realizadora Ike Bertels sobre o filme “Guerrilla Grannies”

“É a história de três mulheres da guerrilha que vi num filme quando eu própria era muito jovem. Tinha visto, por acaso, um filme sobre uma guerra de guerrilha em Moçambique e a maior parte desses filmes de guerra eram sobre homens que libertaram o país e neste filme havia três mulheres sentadas no mato com as suas espingardas (…)” Ler mais

 

Conferencia “Como fazer futuro hoje”

General D foi convidado a trazer novas vozes de afrodescendentes para falar sobre novos desafios daquelas comunidades.

 

Dia 23

No dia da inauguração da exposição “Filhos do Vento” (22-29 de maio 2015) com fotos de Manuel Roberto, a AfroLis quis saber a opinião dos visitantes. As imagens são da sua autoria e fazem parte de duas reportagens inéditas divulgadas pelo jornal Público, da autoria de Catarina Gomes e imagens-vídeo de Ricardo Rezende.

O que dizem os visitantes do Rotas & Rituais sobre a exposição “Os Filhos do Vento”?

 

Dia 22 de Maio

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Clicar para ouvir – Entrevista: Manuel Roberto é de origem moçambicana e é fotojornalista do jornal Público. No Rotas & Rituais, apresenta a exposição “Filhos do Vento” (22-29 de maio 2015). As imagens são da sua autoria e fazem parte de duas reportagens inéditas divulgadas pelo jornal Público, da autoria de Catarina Gomes e imagens-vídeo de Ricardo Rezende.

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Logo Rotas RituaisClicar para ouvir –  Áudio 58 – Rotas e Rituais: 40 anos de independências africanas cá e lá 

Entrevista com Paula Nunes, programadora do Festival Rotas e Rituais onde as questões que se levantam trazem uma reflexão sobre o que representa o colonialismo hoje e problematizam a construção de um futuro comum a partir desse passado. “Labanta braço, grita bô liberdadi” (Levanta o braço, grita a tua liberdade) é o mote do Ritos e Rituais 2015.

Áudio 58 – Rotas e Rituais: 40 anos de independências africanas cá e lá

Paula Nunes é a programadora do Festival Rotas e Rituais que decorre entre 22 e 29 de maio. As questões que levanta trazem uma reflexão sobre o que representa o colonialismo hoje e problematizam a construção de um futuro comum a partir desse passado. “Labanta braço, grita bô liberdadi” (Levanta o braço, grita a tua liberdade) é o mote do Ritos e Rituais 2015. Este festival é organizado pela EGEAC, empresa municipal da cidade de Lisboa responsável pela Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.

programa Rotas e rituais

Áudio 25 – A velocidade é o seu desporto mas o reconhecimento é demorado – Holder da Silva

Holder da Silva é um atleta africano a viver em Lisboa. O velocista esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008 e é também recordista da Guiné-Bissau nas distâncias de 100 e 200 metros. Enfrentou destratos, racismo e falsas promessas ao longo da sua carreira em Portugal mas também teve boas experiências que diz serem inesquecíveis. Agora o seu sonho é ser reconhecido, especialmente, no seu país, Guiné-Bissau, mas também em Portugal.

Foto: GUINEASPORA GLOBAL (Armando Conte)