Sugestão para ver

LIKETERRA

Indo ao encontro da divulgação do trabalho do Teatro do Oprimido, [Ouvir Áudio 15 – “Não portugueses” expressam-se através do teatro] sugerimos o documetário Li Ké Terra (A Nossa Terra).

Este documentário foi realizado em 2010 por Filipa Reis, João Miller Guerra e Nuno Baptista, produzido pela Vende-se Filmes e Pedro&Branco, espelha as dificuldades de dois jovens Miguel Moreira e Ruben Furtado em adquirirem a cidadania portuguesa.
A identidade, um muro que bloqueia muitas vidas e sonhos.
Como é que podemos olhar para a frente quando vemos a nossa vida parada por um conjunto de papéis e burocracias?
Um cartão de cidadão dá-nos a liberdade necessária para abrir uma janela, quando antes sem ele tinhamos todas as saídas
vedadas.
E até que ponto este muro nos forma e transforma como indíviduos – excluídos, ignorados, bloqueados.
Seres não visíveis – apátridas, que deambulam pelas ruas, escolas que procuram uma afirmação – um cartão de cidadão.

Ver Filme

 

Sugestão de Ana Manhique

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Áudio 7 – Festival Afro Savage

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Sofia Rodrigues, Vânia Sanhá e Graciete Almeida  apresentam o  Festival Afro Savage  que de 31 de Maio a 1 de Junho vai proporcionar, para além de entretenimento, um ponto de encontro para pessoas interessadas em outras formas de viver a africanidade.  A inspiração é o Afro Punk e tudo começou com o blogue de Sofia Rodrigues e Vânia Sanhá que tem o mesmo nome do festival – Afro Savage.

 

 

Áudio 6 – Selma Uamusse, uma afrolisboeta no Jazz

Selma Uamusse (Foto de Pedro Medeiros)

Selma Uamusse é das poucas cantoras afrodescendentes negras a dar a sua voz em projetos de jazz em Portugal. A própria não se considera uma cantora “formal de jazz” mas confessa que nunca tinha pensado na fraca presença de músicos africanos/negros no panorama do Jazz português.  A jovem cantora afrolisboeta começou o seu percurso musical no Gospel, passou pelo Rock, Funk, Soul, Afrobeat e formou-se em Jazz, aqui em Lisboa no Hot Club de Portugal. Actualmente vive entre Bruxelas e Lisboa, na sua zona preferida, o Intendente.

Áudio 5 – Afrodescendentes, participação política e lugar na Europa

As eleições para o Parlamento Europeu realizam-se no próximo dia 25 de Maio e Maria de Fátima Correia Barbosa coloca a questão:

“O que pode um eurodeputado em Bruxelas fazer por nós?”  

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Maria de Fátima Correia Barbosa, candidata da lista A Nossa Europa – PDA

Foi com esta pergunta que a jovem afrodescendente começou  o  seu discurso na abertura da campanha  da lista da iniciativa  “A nossa Europa” – Partido Democrático do Atlântico –  na qual é a número dois.  Maria Barbosa tem 27 anos, é Professora de educação moral, religiosa e católica na escola da Apelação e do Catujal. Colabora ainda com associações juvenis, principalmente com a Vitamina C, que também segue uma doutrina religiosa. Na Arfrolis, Maria Barbosa partilha as suas visões sobre participação política.

Áudio 4 – O despertar de novas identidades

Ana Ngom é a realizadora do documentário “Nôs Terra”. No filme a jovem portuguesa, filha de pais cabo-verdianos explora o tema da identidade através da história de outros jovens negros portugueses que viviam em bairros de Lisboa, como Estrela D’África, Casal da Mira, Casal da Boba,  Padre Cruz, Cova da Moura, Outurela – Portela. Hoje, Ana Ngom é animadora sócio-cultural e tem uma filha de 10 meses que a motiva a trabalhar mais ainda na área social, mas agora também com a consciência do que significa ser uma mulher negra em contexto minoritário.

Música: Milton, Filho Pródigo – Against Me ft. Inês Lopes e Zé di Sukupira