Áudio 61 – Questionando identidades “Afro” com Joacine Katar

“Eu acho importante refletirmos sobre a necessidade de usarmos este “afro” antes de usarmos a palavra lisboeta. Não podem os descendentes de africanos serem apenas lisboetas?”, questiona Joacine Katar, a nossa convidada.

Joacnie Katar, mulher, africana de origem guineense, feminista a viver em Lisboa desde a sua infância, é investigadora associada no Centro de Estudos Internacionais do ISCTE, licenciada em história Moderna e Contemporânea pelo ISCTE e mestre em Estudos Africanos. No seu doutoramento trabalha questões de género e o seu impacto no desenvolvimento político da Guiné-Bissau.

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Áudio 59 – Nástio Mosquito No Rotas & Rituais

“Nástio Mosquito nasceu no Huambo, Angola, em 1981. Foi jornalista, é artista plástico e músico. Naquele que considera ser o seu primeiro álbum, Se eu fosse Angolano, apresenta ao público a sua visão do mundo e de uma Angola plural onde o campo e a cidade se redefinem, onde a sociedade contemporânea toma conta da realidade urbana, ao mesmo tempo que nos reinventamos como nação, como sociedade.” Esta é uma parte da apresentação que se pode ler no programa do Rotas e Rituais, festival que a AfroLis tem vindo a acompanhar desde o dia 22 de maio, dia da inauguração. Esta quarta-feira, 27 de maio, tivemos a oportunidade de falar com o músico Nástio Mosquito que veio apresentar o seu trabalho num concerto/performance.

Áudio 58 – Rotas e Rituais: 40 anos de independências africanas cá e lá

Paula Nunes é a programadora do Festival Rotas e Rituais que decorre entre 22 e 29 de maio. As questões que levanta trazem uma reflexão sobre o que representa o colonialismo hoje e problematizam a construção de um futuro comum a partir desse passado. “Labanta braço, grita bô liberdadi” (Levanta o braço, grita a tua liberdade) é o mote do Ritos e Rituais 2015. Este festival é organizado pela EGEAC, empresa municipal da cidade de Lisboa responsável pela Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.

programa Rotas e rituais